O texto discute a relação entre o financiamento das Comunidades Terapêuticas (CTs) e a escassez de serviços substitutivos na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Distrito Federal, como os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPSad) e as Unidades de Acolhimento (UA). Argumenta-se que os recursos destinados às CTs, provenientes de verbas públicas, estão desviando o investimento necessário para a criação e manutenção desses serviços.