Uma matéria veiculada pelo Portal G1 no dia 17 de julho divulgou relatos de “ex-acolhidos”, ex-funcionários da organização não-governamental (ONG) Salve a Si, que denunciaram inúmeras irregularidades, para além do caráter asilar-manicomial, de trabalho não remunerado e ampla violação de direitos na Casa Maria de Magdala, Comunidade Terapêutica (CT) feminina da Salve a Si. Inclusive, o presidente da ONG, Henrique França, também foi entrevistado e confessou ter utilizado mão de obra dos usuários e de dinheiro público para a construção da casa em que ele estava morando com a sua família.