A rua é o ateliê e a tela onde Maria Eugênia Matricardi constrói sua obra. Por meio de performances - ou ações, como ela prefere chamar - a artista interage diretamente com seu público, cara a cara, despertando compaixão, estranhamento, ódio e solidariedade. Seu trabalho expõe desigualdades sociais e questionamentos de gênero, sempre explorando as possibilidades e os limites do corpo.
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