O presente ensaio bibliográfico examina a desigualdade estrutural na América Latina, destacando suas raízes coloniais e o impacto persistente sobre afrodescendentes e mulheres. Ao revisitar bibliografias, ressalta-se que a colonização e a exploração da mão de obra escrava resultaram em uma hierarquia racial que ainda perpetua a marginalização social e econômica desses grupos. Conclui-se que é essencial implementar políticas públicas que reconheçam e integrem a diversidade das populações, promovendo uma sociedade verdadeiramente multicultural, na qual a participação ativa dos grupos marginalizados seja fundamental para efetivar mudanças sociais e políticas significativas.