Comunidades indígenas : relações de gênero e diglossia
Autor /organizador /coordenador
Tainara Damaceno Silva
Orientador (a) - preenchimento apenas para trabalhos de conclusão de curso, teses e dissertações
Susana Martínez Martínez
Título da ação de extensão, pesquisa ou ensino associado
Mediação linguística para migrantes em contexto de assistência social (CREAS Diversidade – SEDES) | Consequências da pandemia de Covid-19 para estrangeiros (imigrantes e refugiados), indígenas e pessoas com deficiência: como tornar o sistema de proteção social responsivo a choques
Resumo
A partir do verbete de Martínez Martínez e Gorovitz (2017), que retrata a relação clara entre diglossia e imigrantes e relata a situação de exclusão das mulheres imigrantes fora da esfera privada de seus lares, passamos a indagar se em comunidades indígenas brasileiras, que também vivenciam uma situação de diglossia, as mulheres indígenas igualmente vem sua condição de gênero prejudicada pela diglossia. Deste modo, nosso objetivo é compreender e refletir sobre as interseções entre a situação de diglossia e as desigualdades de gênero no seio das comunidades indígenas brasileiras. Outrossim, buscamos compreender a situação de diglossia, presente na relação das comunidades indígenas brasileiras com a sociedade brasileira e o Estado, com o intuito de observar se há uma relação entre ambas, partindo da hipótese de que a situação de diglossia pode contribuir para uma maior desigualdade de gênero.
Usamos cookies para fornecer a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar cookies”, você concorda com a utilização de TODOS os cookies. Política de cookies