Quando Ricardo Caldeira desenha parece dançar imprimindo na tela um traço marcante que fala sobre afeto, negritude, ancestralidade. Aqui o artista relembra sua infância e adolescência, os primeiros trabalhos e a relação com a região de São Sebastião, local que o influenciou e que hoje ele transforma por meio da participação em coletivos culturais.
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